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TAC ao Pâncreas

A TAC ao Pâncreas é um exame de imagiologia fundamental para a avaliação desta glândula  pancreática e das estruturas vizinhas. É um método rápido e de elevada precisão, muito utilizado no diagnóstico de tumores, inflamações e complicações traumáticas.

O que é a TAC ao Pâncreas e para que serve?

A TAC ao Pâncreas é uma tomografia computorizada direcionada ao estudo do pâncreas, órgão essencial no sistema digestivo e endócrino. Permite analisar não só a glândula pancreática, mas também tecidos adjacentes, vasos sanguíneos e órgãos vizinhos, como o fígado, baço e duodeno.

A TAC é considerada a técnica de primeira linha na avaliação de doenças pancreáticas, pela sua rapidez, fiabilidade e capacidade de fornecer imagens de alta resolução.

Qual o preço da TAC ao Pâncreas?

O preço da TAC ao Pâncreas quando realizada a título particular é de 120€.

No entanto, poderá realizar a TAC ao Pâncreas através de vários acordos, incluindo:

  • SNS / ARS: Quando a TAC ao Pâncreas é realizada pelo SNS, o utente não paga qualquer valor (necessário levar a prescrição do Centro de Saúde);
  • ADSE: No caso da TAC ao Pâncreas ser realizada pela ADSE, o utente apenas paga apenas a taxa de 16€;
  • IASFA, ADM GNR, SAD PSP;
  • Seguradoras: Médis, Multicare, Advance Care, Allianz, Saúde Prime, Future HealthCare, SS CGD, SAMS Quadros, SAMS, Montepio, RNA, Generali, Mudum, MGEN, Aegon, Vitória, Una Seguros, outras seguradoras. Neste caso, o preço da TAC ao Pâncreas varia em função do seguro que utilizar.
  • Planos de Saúde: Medicare, Saúde Prime, Future HealthCare, Continente Wells, ACP, outros planos de saúde. Neste caso, o preço da TAC ao Pâncreas varia em função do plano de saúde que utilizar.
  • Protocolos: O NRD tem protocolos com várias clínicas e instituições que lhe permitem realizar o exame com valores muito competitivos. No caso da TAC ao Pâncreas, o preço através do protocolo é de 80€.

Como é feita?

A TAC ao pâncreas é realizada com o paciente deitado numa mesa (cama) que se desloca através do aparelho de TAC. Na maioria dos casos, é administrado contraste iodado endovenoso e, em determinadas situações, contraste oral, para permitir uma melhor caracterização do pâncreas e das estruturas vizinhas. O exame demora em média entre 10 e 20 minutos.

O NRD dispõe de um equipamento Philips de última geração de 128 cortes, que oferece imagens nítidas com baixa dose de radiação, assegurando segurança e eficácia em cada exame.

TAC Pâncreas

O que deteta?

A TAC ao Pâncreas é um exame que pode detetar várias alterações pancreáticas e de órgãos adjacentes, como por exemplo:

  • Tumores pancreáticos, incluindo adenocarcinoma e tumores neuroendócrinos, fundamentais para o diagnóstico oncológico precoce.
  • Quistos pancreáticos simples ou complexos, auxiliando na caracterização e no seguimento clínico.
  • Pancreatite aguda e crónica, com avaliação detalhada de eventuais complicações, como necrose ou abscessos.
  • Alterações vasculares associadas, como tromboses da veia esplénica ou mesentérica, essenciais para o planeamento do tratamento.
  • Metástases em órgãos vizinhos, como fígado ou linfonodos regionais, para estadiamento e acompanhamento do cancro.
  • Lesões traumáticas ao pâncreas, instrumental para a gestão de urgências e tratamento cirúrgico.
  • Outras patologias adjacentes que possam afetar o pâncreas e estruturas vizinhas, promovendo uma visão integrada da região.

Para que casos é indicada?

A TAC ao pâncreas é geralmente indicada pelo médico em situações clínicas específicas, tais como:

  • Avaliar dor abdominal persistente ou suspeita de pancreatite, permitindo o diagnóstico precoce e acompanhamento da inflamação pancreática;
  • Diagnosticar ou estadiar tumores pancreáticos, essenciais para o planeamento terapêutico e prognóstico oncológico;
  • Monitorizar quistos ou massas pancreáticas, contribuindo para o acompanhamento regular e gestão clínica eficaz;
  • Investigar a causa da icterícia obstrutiva com suspeita de tumor da cabeça do pâncreas, facilitando o diagnóstico diferencial;
  • Estudar complicações da pancreatite, como abcessos, pseudocistos e necrose, fundamentais para intervenção médica ou cirúrgica adequada;
  • Planear intervenções cirúrgicas ou avaliar o estado pós-operatório do pâncreas, garantindo segurança e eficácia nos tratamentos;
  • Investigar outras patologias pancreáticas ou alterações anatómicas relacionadas, integrando o diagnóstico numa perspetiva multidisciplinar.

A TAC ao pâncreas pode ser indicada em várias especialidades médicas, como por exemplo Gastroenterologia, Oncologia e Medicina Interna. O seu médico de família também pode solicitar a TAC ao pâncreas para esclarecer o diagnóstico, encaminhar para especialistas ou fazer o acompanhamento clínico.

TAC ao Pâncreas com Contraste

A TAC ao Pâncreas é habitualmente realizada com contraste endovenoso, permitindo avaliar a vascularização da glândula e distinguir melhor lesões tumorais ou inflamatórias. A injeção de contraste pode causar uma breve sensação de calor ou um sabor metálico, que desaparecem rapidamente. Nestes casos, é geralmente necessário jejum de 4 horas (será informado aquando da marcação).

Em certos exames de TAC, para melhor visualização/estudo do tubo digestivo (exames Abdominais e Pélvicos) e/ou por indicação médica, poderá ser necessário beber um contraste oral. Nessa situação deverá comparecer na clínica entre 1h e 2h antes da marcação do exame para efetuar a devida preparação oral (será informado aquando da marcação). Necessário jejum de 4 horas.

É fundamental informar a equipa sobre alergias conhecidas (a medicamentos, alimentos, etc.), asma, rinite alérgica ou reações anteriores a contrastes, dado que estas condições podem aumentar o risco de reações adversas.

Preparação para a TAC ao Pâncreas

Tópico Orientação
Prescrição do exame (suporte papel) Deverá fazer-se acompanhar da Prescrição do Exame em suporte papel.
Jejum No caso do exame ser realizado com contraste, deverá fazer jejum de 4h. Quando o exame é realizado sem contraste, não é necessário jejum.
Chegada antecipada Geralmente, só precisa de comparecer 15 minutos antes do exame, exceto nos casos em que será usado contraste oral. Neste caso, deve comparecer 1 a 2 horas antes do exame (será avisado aquando da marcação).
Exames anteriores Deve trazer exames anteriores relevantes.
Historial médico anterior Tenha presente o historial médico anterior no que respeita a alergias, doenças cardio-respiratórias e renais e medicação habitual.
Água Se necessário ou se tiver vontade, pode ingerir água.

O NRD irá fornecer-lhe todas as indicações no momento da marcação.

Orientações durante o exame

  • Mantenha-se imóvel para evitar artefactos nas imagens;
  • Em certos exames (por exemplo torácicos, abdominais ou pélvicos), deverá seguir as instruções de respiração dadas pelo profissional de saúde do NRD.

Quando e como recebe os resultados?

Receberá os resultados da TAC até 7 dias após o exame, por e-mail ou em papel na clínica. No dia do exame, leva consigo o CD com as imagens. 

Onde fazer?

A TAC ao Pâncreas pode ser feita no NRD, na seguinte morada: 

Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, nº 11-B, r/c, 1070 – 060 Lisboa (Junto à Praça de Espanha)

A TAC ao Pâncreas dói?

Não. A TAC é totalmente indolor.

A TAC ao Pâncreas pode ser comparticipada pelo SNS?

Sim, a TAC pode ser comparticipada pelo SNS.

Posso fazer uma TAC ao Pâncreas se estiver grávida?

Na gravidez, a TAC só é realizada em casos de absoluta necessidade (sujeito a critério clínico). Se estiver grávida, informe a equipa antes do exame.

Quanto tempo demora o exame?

A TAC ao pâncreas pode demorar entre 5 a 15 minutos.

Posso beber água antes da TAC ao Pâncreas?

Sim. Se necessário ou se tiver vontade, pode ingerir água.

Quais são as contraindicações da TAC ao Pâncreas?

A TAC simples tem poucas contraindicações absolutas. A maior parte das limitações está relacionada com o uso de contraste iodado, sendo avaliadas individualmente pelo médico radiologista:

  • Gravidez: a radiação, mesmo em baixas doses, pode afetar o feto. A TAC só é realizada em grávidas se for absolutamente necessária e quando não há alternativa mais segura (como ecografia ou RM);
  • Alergia ao contraste iodado: pacientes com histórico de reações graves a contrastes iodados devem evitar o exame com contraste ou realizar protocolos especiais com medicação preventiva;
  • Insuficiência renal: o contraste iodado pode sobrecarregar os rins. Nestes casos, o médico pode pedir análises para avaliar a função renal antes do exame;
  • Doenças da tiróide: o iodo presente no contraste pode interferir no funcionamento da tiroide em alguns pacientes;
  • Asma ou doenças alérgicas graves: maior risco de reações ao contraste, pelo que é necessário informar a equipa;
  • Diabetes tratada com metformina: existe risco raro de complicação (acidose láctica) após contraste. Pode ser necessário suspender temporariamente a medicação, conforme indicação médica.